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Época das safras na Apicultura

autor: Redação RuralNews
data: 28/11/2014

 
Embora no Brasil possamos, praticamente, colher mel durante todo o ano, há dois períodos principais: maio/ junho e outubro/janeiro.

Desde que esteja maduro, o mel já pode ser colhido logo que termine a florada e desde que deixemos o suficiente para as abelhas com ele se alimentarem durante o inverno ou até a nova florada, para que, depois, não haja necessidade de fazermos alimentação artificial.

Esse estoque de mel deve ser deixado no ninho e não na malgueira, porque é nele que as abelhas se reúnem para passar o inverno, todas aglomeradas para aumentar a temperatura interna da colméia a 20 ºC, morrendo, às vezes, de fome mas não saindo para se alimentarem nem na malgueira, quando se trata de abelhas européias. O mesmo não acontece com as africanas que morrem de fome sem antes tentarem achar comida, onde ela se encontrar, mesmo que à custa de saques e mortes.

Tão logo esteja maduro, o mel deve ser extraído pois uma colméia cheia tira o estímulo das abelhas para produzirem mais, as impede de o fazer ou, então, elas começam puxar favos, em geral, na tampa da malgueira ou começam a se preparar para enxamear, começando a puxar realeiras. Assim sendo, ou lhes fornecemos quadros de cera alveolada ou extraímos o mel para que a rainha recomece a postura e as operárias, a produção de mel.

Além disso, uma colméia com muito mel é um convite à pilhagem ou o mel pode cristalizar-se nos favos, dando problemas para a sua extração, etc. Quando a colméia está cheia de mel, as abelhas, nas alças, ficam mais mansas e a rainha não fica entre os seus quadros e sim, no ninho.

O mel "verde" (não maduro), no entanto, não deve ser colhido porque fermenta com facilidade. Todos os quadros retirados devem ser substituídos na mesma hora por outros de cera moldada, para que as abelhas não puxem favos nas tampas e outras partes da colméia, pois esses favos não podem ser centrifugados, sua retirada é mais difícil e irrita mais as abelhas, além de boa parte dele ser perdida no beneficiamento.

Esses favos devem ser colocados em uma vasilha com tampa para evitar um saque. A coleta do mel deve começar pela malgueira superior e depois nas que se seguem, no sentido vertical, sempre as tampando para evitar saques.

Devemos deixar pelo menos 1 quadro de mel para as abelhas. Quando as colméias ficam muito juntas, ao trabalharmos uma delas as vizinhas podem ficar irritadas, havendo sempre o perigo de ataques e de saques. É por este motivo que devemos colocar as colméias de abelhas africanizadas a 1m de distância umas das outras. Não abrir as colméias em dias chuvosos, com cerração, ao entardecer, quando todas as abelhas estão dentro delas, principalmente as mais agressivas, as campeiras; manter o fumigador sempre aceso para as emergências; favos com cria operária encontrados nas malgueiras não devem ser retirados, mesmo que neles haja mel operculado mas, os de zangões sim.

Quadros com cria só devem ser centrifugados com os opérculos, para elas não se misturarem com o mel, desvalorizando-o. As caixas com os quadros de mel devem ser levadas para um depósito ou para a casa de centrifugação, desde que sejam bem vedados, para evitar saques.
 
 
 

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