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Alimentação de frangos e galinhas com produtos de origem vegetal

autor: Redação Ruralnews
data: 09/08/2013

 
Não há dúvida de que o produto de origem vegetal mais empregado na alimentação dessas aves seja o farelo de soja, por seu conteúdo rico em proteínas.A soja é originária da Ásia e sua existência é confirmada na China há 4.800, em livro escrito pelo seu Imperador Shennung.

Atualmente, a produção e o consumo da soja vem aumentando de maneira acentuada no Brasil, principalmente por seu elevado valor como alimento humano e no emprego em ração animal, pela alta qualidade nutritiva do seu óleo, o mais empregado na alimentação humana.

Como subproduto, após a extração do óleo, temos o farelo de soja, que é o produto empregado em maior quantidade nas rações para aves, no Brasil. O farelo de soja apresenta de 44 a 47% de proteína bruta, além de ser rico em lisina e em aminoácidos sendo, como já foi mencionado, o suplemento protéico de origem vegetal mais utilizado pelos avicultores. Ainda, contém duas substâncias desconhecidas, uma que inibe o crescimento e outra que o faz com a tripsina, mas ambas podem ser destruídas pelo calor. Por esta razão, o óleo de soja deve ser aquecido para a fabricação das rações.

Farelo de amendoim

Seu emprego nas rações de aves é limitado, no Brasil, porque ele pode ser contaminado pela aflotoxina, substância muito tóxica para as aves e que é produzida por um fungo, o Aspergilus flavus, que pode ser encontrado entre a casca e a semente do amendoim.

Esse farelo é um pouco mais rico em proteínas do que o de soja, mas os seus teores de lisina e metionina, além dos de cálcio e de fósforo, são bem menores. Como, no entanto, é rico em proteína vegetal, é empregado tanto na alimentação de aves em crescimento quanto na de aves em postura, desde que seja conhecida a sua composição.

Farelo de trigo

É obtido em grandes quantidades pela moagem do trigo, para a obtenção da farinha de trigo, a mais utilizada no Brasil para a produção de pães, massas, doces e outros alimentos para uso humano.

Esse farelo é muito bem aceito pelas aves e por, praticamente, todos os outros animais, principalmente mamíferos e peixes. Ele possui baixo teor calórico e é rico em fibras, sendo empregado na alimentação de aves em postura e para frangas
em crescimentos.

Farelo
de algodão

É o resultante da extração do óleo do algodão, portanto, um subproduto desse vegetal. Tanto o seu teor de cálcio quanto o de lisina são baixos, mas ele apresenta, também, 38 a 41% de proteína de boa qualidade.

O farelo de algodão apresenta um grande inconveniente em sua composição, uma substância tóxica denominada gossipol, que pode aparecer na proporção de 0,01 a 0,1%. Como o máximo aceitável para as aves é de 0,016%, a quantidade dessa substância deve ser controlada, pois o gossipol inibe o crescimento desses animais.

Por esse motivo, devemos empregar, para aves em crescimento, farelo de algodão com um teor de gossipol inferior a 0,04%. A administração desse produto, nas rações de poedeiras, em doses superiores a 0,001% faz com que, após um determinado período de armazenamento, haja uma descoloração nas gemas dos ovos. Além disso, as gemas podem apresentar manchas verdes ou serem totalmente dessa cor. Desta forma, é aconselhável que o farelo de algodão seja empregado em doses inferiores a 5% nas rações para poedeiras.
 
 
 
 
 

  

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